Événement

Liberdade. Força vital, libertada. Leituras performáticas

Date(s)

24 mars 2026 à 17h00

Organisé par

Profil de l'événement

Tout public

Gratuit

Description

Parte 1. Artivismos: palavras faladas, cantadas e dançadas pela companhia  – Cá e Lá

Para o festival Primavera dos Poetas, os atores da Cá e Lá revivem a performance intervencionista criada para a 18ª edição do Parfums de Lisbonne, dedicada ao ativismo artístico. A performance consiste em poemas, textos de autores de diversos países e versões de canções. Os textos (poesia, literatura, peças de teatro, ensaios, etc.) relacionados a protestos e resistência são falados e lidos pelos atores da Cá e Lá em uma performance bilíngue francês/português. As palavras são faladas, cantadas e dançadas.

  • Textos de Jacques Rancière, Ivone Chinita, Mahmoud Darwich, Ahmad Dahbour, Samih Al-Quassim, Christian Bobin, António Osório, Mourid Al-Barghouti; Mikhail Bulgákov; com canções ou ecos de canções de Camille, Gérard Manset, Chico Burque, Danielle Messia, Barbara Carlotti, Lhasa de Sela.
  • Direção Artística e Teatro : Graça Dos Santos,
  • Literatura : José Manuel Esteves (orientador)
  • Dança e fotos : Adrien Martins
  • Leituras guiadas e exercícios de movimento : Graça Dos Santos
  • Figurinos : Isabel Vieira
  • Piano : Leonardo Da Silva e Castro
  • Com  Mariana Marques, Gonçalo Cordeiro, Marine Galliano, Leonardo Da Silva e Castro
  • Com o apoio da  Mairie de Paris – DGRI, Direção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP), Université Paris Nanterre

Parte 2. Palestina em Fragmentos 

Palestina em Fragmentos, de Nida Younis, é a primeira antologia dedicada à poesia de mulheres palestinas. Traduzida por Mohamed Kacimi e ilustrada por Colette Deblé, reúne poetas contemporâneas dos territórios ocupados, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia e da diáspora . Através de uma diversidade de vozes e estilos, esta antologia explora a memória, o exílio, a identidade e a relação entre corpo e terra. Cada poema questiona como a história é escrita na esfera íntima e na linguagem, como é transmitida ou reinventada. Esta coletânea tece um diálogo entre experiências fragmentadas, oferecendo uma poesia que, apesar das distâncias, da ocupação e das rupturas, permanece ancorada na mesma realidade mutável. Através dessas vozes dispersas, a poesia consegue, apesar de tudo, costurar uma terra fragmentada e dilacerada pela colonização.  Mohamed Kacimi é escritor, dramaturgo e tradutor. Ele trabalha nos territórios palestinos há cerca de vinte anos, particularmente em Gaza, onde dirigiu a peça *On ne badine pas avec l’amour*, de Musset, com alunos da Universidade de Al-Aqsa. É autor da peça *Terre Sainte* e da crônica *Jours tranquilles à Jérusalem*. Também traduziu a coletânea *Je ne connais pas la poésie*, de Nida Younis (Editora Al Manar).

Leituras e música :

  • Marjorie Nakache: atriz e diretora, codiretora do Studio Théâtre de Stains.
  • Ghina Daou: Atriz e diretora franco-libanesa, atua em Le Bureau des Légendes e interpreta Bérénice em uma versão bilíngue francês-árabe.
  • Kaïna Blada: formada no Estúdio Internacional de Artes Cênicas de Paris, destacou-se no teatro e na comédia musical em diversos espetáculos.
  • Aurélie Allexandre d’Albronn: violoncelista formada no CNSM de Paris, autora e diretora artística do Ensemble Les Illuminations.

Plan d'accès